Conteúdo futebolístico e etílico
Tema do tira-teima: O Narigudo que leva mas faz
É com extrema contradição e com o gosto ácido da amargura cortando a garganta que venho através desta coluna pouco informativa e muito insossa escrever sobre um assunto que contraria meu princípios. Porém, como todo escreviário, cumprirei o que me foi pautado e falarei sobre o assunto que mais lota as procuras Google no Afeganistão da atualidade: o 100º gol de Luciano Huck pelo seu time do coração.
Prometi aos meus superiores que seria imparcial, assim que fui indicado a escrever, então usarei um pouco do que penso sobre o goleiro:
É invejável a carreira que um jogador traça depois de tanto tempo aturando pepinos (Ui) e contravenções na 2ª divisão do futebol brasileiro. Sim, na 2ª. A 1ª divisão do futebol brasileiro está no exterior, meus amigos. Rogério 100ni conseguiu formar carreira, criar adeptos, conquistar títulos, virar ídolo de diversas gerações. E tudo isso sem nunca abandonar o time que amava. O time que o acolheu. Adversários, amantes, torcedores, secadores, todos devem reverenciar a carreira vitoriosa e pouco sexualmente ativa que este jogador manteve por tanto tempo, pois não é fácil no Brasil (principalmente se tratando de São Paulo).
Isso, ninguém nunca poderá negar: Ceni ama o São Paulo. E mais, ama os São Paulinos. Especialmente os jogadores:
100 gols é uma marca histórica se tratando de um arqueiro. É uma meta atingida depois de tanto treino, depois de tanto esforço e pouco álcool. Mas o único goleiro na história capaz de marcar 100 gols é Rogério Ceni. Quem mais perto se aproximou disso foi Chilavert, autor de 62. Quer dizer que Rogério marcou 38 gols a mais do que o goleiro paraguaio, que já era mito quando o são-paulino começou a carreira. Quando começou a fazer gols. O primeiro, contra Adinan, do União São João, em 15 de fevereiro de 1997. O centésimo num clássico espetacular, vencido pelo São Paulo por 2 x 1, que marcou o fim de um tabu de onze jogos e que só será lembrado por duas palavras: Rogério Cem
Então, falemos de números:
Rogério cobrou em sua carreira (diferente da do Maradona) cerca de 900 faltas e 120 pênaltis. Experimentou 1020 chutes para encaçapar 100. Combinemos, ele não treina mais de mil chutes por semana? Se minha vó treinasse desta maneira, ganhando o que ele ganha, provavelmente chegaria a 100 gols antes da primeira safena. Idependente. Rogério alcançou mais uma marca, entrou pra história do futebol, virou mito, e ao lado de Pelé, Zico, Garrincha, Biro-Biro, Fio Maravilha, Valdir Papel, Obina, Toró, Junior Baiano e Beto Cachaça, um ídolo imortal da nação brasileira. Ou mais, da nação Tricoléte.
Parabéns Rogério. Parabéns São Paulinos. Parabéns Curintia. Parabéns Pai e Mãe, por terem feito um filho tão bom. Parabéns Messon, um dia você será o MeCem. Parabéns Ado, que ajudou em mais uma vitória dos Red's. E um parabéns especial ao meu amigo Fernando Negão, mais conhecido como Bola Murcha, pelo seu aniversário de 2 semanas de namoro.
Despeço-meparafraseando linkando o sábio Milton Leite, fazendo a mais completa e verídica leitura sobre a pessoa de Rogério:
Então, falemos de números:
Rogério cobrou em sua carreira (diferente da do Maradona) cerca de 900 faltas e 120 pênaltis. Experimentou 1020 chutes para encaçapar 100. Combinemos, ele não treina mais de mil chutes por semana? Se minha vó treinasse desta maneira, ganhando o que ele ganha, provavelmente chegaria a 100 gols antes da primeira safena. Idependente. Rogério alcançou mais uma marca, entrou pra história do futebol, virou mito, e ao lado de Pelé, Zico, Garrincha, Biro-Biro, Fio Maravilha, Valdir Papel, Obina, Toró, Junior Baiano e Beto Cachaça, um ídolo imortal da nação brasileira. Ou mais, da nação Tricoléte.
Parabéns Rogério. Parabéns São Paulinos. Parabéns Curintia. Parabéns Pai e Mãe, por terem feito um filho tão bom. Parabéns Messon, um dia você será o MeCem. Parabéns Ado, que ajudou em mais uma vitória dos Red's. E um parabéns especial ao meu amigo Fernando Negão, mais conhecido como Bola Murcha, pelo seu aniversário de 2 semanas de namoro.
Despeço-me
Agora se me dão licença, vou ali do lado pegar meu ego, abandonado por 10 minutos enquanto escrevi essa coluna.
Bebei amigos, bebei.
Leandro Cardoso Pires (Diretor de Arte e Redator nas horas vagas, vadio em tempo integral, meia-cancha poliglota e polivalente e colunista desta birósca.)
